Alguém da família faleceu e o inventário ainda não foi feito?
Em cerca de 20 minutos, vou te mostrar o que acontece com os bens de quem você ama quando o inventário fica para depois, e por que, nesses casos, o tempo importa.
Quando o patrimônio fica parado, quem paga é a família.
Uma conversa para famílias que têm um inventário pendente, um imóvel sem regularização ou dúvidas sobre como começar.
O que fazer para que o legado da sua família não se perca.
Participe deste evento fechado e entenda o que acontece quando o inventário não é aberto: o prazo legal de 60 dias, a multa sobre o imposto, o imóvel que não pode ser vendido nem financiado, a conta bancária bloqueada e os conflitos entre herdeiros que crescem com o tempo. Saiba a diferença entre inventário em cartório e judicial, quais documentos reunir e quais caminhos existem para regularizar o patrimônio com segurança.

Para famílias

Inventário e regularização de imóveis

Em cerca de 30 minutos

QUEM CONDUZ A CONVERSA
Por Kemi Woczinski.
Advogada inscrita na OAB/SP sob o nº 486.266, à frente da Woczinski Advocacia, em Santo André. Dedica-se ao Direito de Família, ao Direito Sucessório e à regularização de imóveis, áreas em que acompanha de perto famílias que precisam organizar o patrimônio, resolver pendências antigas e proteger o que foi construído ao longo de gerações.
Atua em inventários judiciais e extrajudiciais, partilhas e regularização de imóveis, ajudando herdeiros a sair da incerteza e a transformar bens "parados" em patrimônio seguro e documentado. Atende na região do Grande ABC e, em matérias sucessórias, em todo o Brasil.
No evento Legado Familiar – O Tempo Importa, explica por que adiar o inventário pode custar caro, quais riscos surgem quando o imóvel fica sem regularização e como a família pode se organizar com mais clareza e tranquilidade — porque, quando se trata de patrimônio, o tempo também cobra o seu preço.
